Fonte: CQCS | Tania Araújo
A vida moderna é feita de inseguranças, nada é garantido. Por conta disso, existem os mais diversos “tipos” de seguro. Um pouco conhecido, mas muito interessante é o “Seguro Educação”.
Esse seguro é como um fundo de poupança, para eventuais necessidades emergenciais ligadas à educação dos filhos. Não se pode saber quando a situação financeira da família muda. O desemprego é uma preocupação crescente nas famílias brasileiras.
De forma rigorosa, qualquer aplicação em renda fixa funciona como um pecúlio para custear os estudos, desde que os pais tenham disciplina de fazer depósitos regulares e não tocar no dinheiro diante da primeira necessidade da família.
Responsabilidade e vigilância
Nesse caso é muito importante esse tipo de vigilância. Seria como uma previdência privada associada ao seguro-educação. Funciona como um fundo, mas com uma vantagem: em caso de morte ou invalidez do responsável, garante uma renda mensal para custear os estudos do beneficiário.
Existe um prazo para resgate, esse estipulado pelo próprio cliente, é normal que aconteça quando o beneficiário complete 18 anos, tanto numa única parcela quanto na forma de pensão mensal. Mas se houver desistência por parte da família, o valor acumulado pode ser resgatado antes da data estipulada.
Esse seguro é muito confundido com o Seguro-Escola, que funciona como um sistema que garante a proteção do aluno em eventuais acontecimentos que lhe provoquem danos pessoais, durante o exercício da atividade escolar.